Reunião 28/04/2011

Local: GEST/CCHLA
Data: 28/04/2011 Horário: 18:15 – 20:00
Participantes: Pedro Bendassolli, Camila Torres, Joatã Soares, Juliana Cavalcante e Jéssica Rodrigues
Redator: Joatã Soares

1.   Retomada do texto de Engeström:

Como combinado na reunião anterior, as discussões acerca do texto de Engeström teriam continuidade nesta reunião, com a abordagem do modelo de atividade proposto por este autor (vide figuras das páginas 30 e 31 do referido texto). Entretanto, foi decidido que seria mais produtivo retomar o material desde seu início, esclarecendo dúvidas dos componentes do grupo através de explanações mais aprofundadas sobre diferentes conceitos, dicotomias e inserções teóricas de autores como Vygotsky e Leont’ev. As discussões seguiram também através de paralelos entre o mundo de trabalho (através de exemplos práticos), e o conceito de Atividade de Engeström, o que facilitou a compreensão de como diferentes aspectos se relacionam neste escopo teórico.

2.   Formalização de bases e conceitos teóricos :

Após as discussões empreendidas em grupo, a professora Camila enfatizou a importância da formalização de conceitos centrais para o aporte teórico do projeto. Assim, o professor Pedro e a prória professora Camila elaboraram as seguintes definições para ATIVIDADE, respectivamente:

2.1 :     Atividade é o contexto de mediação ( signos, símbolos, linguagem e ferramentas ) pelo qual o sujeito se orienta a um objeto (ou um outro sujeito), com vistas a transformá-lo num resultado esperado, e a se transformar;

2.2 :    Atividade é um sistema de interação do indivíduo com um objeto (ou outro indivíduo), regras, comunidades, artefatos, formas de divisão do trabalho e imprevistos, visando a geração de resultados.

Próximos Passos:

  • Discutir especificamente o modelo de atividade de Engeström;
  • Discussão de um texto de Yves Clot, ainda a ser definido;


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Reunião 15/04/2011

Local: GEST/CCHLA
Data: 15/03/2011 Horário: 16:00 – 18:15
Participantes: Pedro Bendassolli, Camila Torres e Joatã Soares
Redator: Joatã Soares

1 – Design Conceitual e Metodológico:

A partir da retomada das discussões anteriores, foi elaborado um roteiro conceitual e metodológico que servirá como base para o projeto. (Vide  este link para consultar o modelo)

2 – Discussões acerca de possíveis mudanças no projeto:

A partir de dificuldades nas operacionalizações, discussões acerca da maior ou menor relevância e repercussões da pesquisa em seus moldes atuais, em razão da robustez e necessária demora na execução do método, teorizou-se uma possível mudança  de campo e sujeitos de pesquisa. As possíveis novas categorias de sujeitos elencados até esse momento foram:

  • Vigilantes
  • Mulheres Policiais
  • Controladores de tráfego aéreo

3 – Escolha do próximo texto a ser discutido:

Foi escolhido um texto de Yves Clot, referente aos níveis de análise de atividade, para ser o próximo a ser discutido durante as reuniões.

Próximos passos: Continuar e concluir a discussão do texto de Engeström; Elaborar um roteiro para análise de metiês (fr. métiers).

Reunião 01/04/2011

Local: GEST/CCHLA
Data: 14/03/2011 Horário: 13:15 – 15:00
Participantes: Pedro Bendassolli, Camila Torres e Joatã Soares
Redator: Joatã Soares

1 – Discussão acerca dos moldes de pesquisa, e do contato com a Orquestra:

Foram discutidas de maneira mais aprofundada que características seriam coerentes com o estudo proposto, desde adequação da metodologia até alterações no foco de intervenção, com a saúde e o desenvolvimento psicológico  e as contribuições para melhores ações de gestão no centro da discussão. Foi decidido que seria proposto aos gestores da orquestra um mapeamento que visa encontrar subsídios e condições para a realização de um melhor trabalho naquele contexto. Ainda, chegou-se à conclusão que um método de co-análise era característico da metodologia adotada. Também foi discutida a melhor abordagem a ser feita em relação aos sujeitos do estudo, a partir de sua gestão.

2 – Discussão de texto:

Foi discutido o capítulo 1 do livro ” Perspectives on Activity Theory (Learning in Doing: Social, Cognitive and Computational Perspectives) , de Yrjö Engeström (Editor), Reijo Miettinen (Editor) e Raija-Leena Punamäki (Editor). Tal capítulo, escrito por Engeström, foi a base para discussões e esclarecimentos acerca de bases introdutórios da Teoria da Atividade que sustentarão a pesquisa.

3 – A partir das discussões, definição de pontos gerais a serem seguidos na pesquisa

  1. Estabelecer contrato:   Pesquisa+ Consultoria → Pesquisa + Intervenção
  2. Procedimentos em campo:
    • Entrevista de Auto-Confrontação;
    • Análise Documental;
    • Questionários;
    • Entrevistas
  3. Análise dos Dados
  4. Devolução

4Definição dos elementos da revisão de literatura a ser empreendida:

  1. Sistema da Atividade / Variáveis Organizacionais
  2. Níveis da Atividade de Clot (Impessoal, Interpessoal, Pessoal e Transpessoal)
  3. Poder de Agir / Desenvolvimento Psicológico do Coletivo

Próximos passos: Continuar discussão do texto; buscar artigos relacionados a pesquisa-ação e outros que tenham valido-se da clínica da atividade enquanto referencial teórico, visando consultar a metodologia utilizada por outros pesquisadores; definir modelo metodológico inicial; entrar em contato com os gestores da Orquestra e agendar reunião para proposição da pesquisa.

Reunião 14/03/2011

Local: GEST/CCHLA
Data: 14/03/2011 Horário: 18:40 – 20:15
Participantes: Pedro Bendassolli, Camila Torres e Joatã Soares
Redator: Joatã Soares

1 – Discussão acerca da reformulação dos objetivos do plano de trabalho:

Foram discutidas as repercussões dos novos contornos do plano de trabalho (a saber, a focalização apenas em músicos da OSRN, em vez das categorias mais abrangentes “atores”, “músicos” e “pintores”). A robustez do plano anterior é apontado como justificativa para a mudança, pois em seus moldes originais, seria inexequível no período de um ano. Além disso, o espaço de mais destaque da música em Natal (em comparação com os da atuação e da pintura) permitiria maior acessibilidade às categorias de estudo e análise, e a característica institucional de uma orquestra permitiria campos de pesquisa/intervenção diferenciados.

2 – Decisão pela criação de um blog para a pesquisa:

Ficou decidido que a criação de um blog como fonte de referência onde conteúdos, descrições das reuniões, objetivos (gerais e específicos) e principais etapas do projeto seria essencial.

3 – Discussão e escolha dos temas de leituras para as próximas reuniões:

Foi decidido que, para as reuniões seguintes, buscaríamos e leríamos materiais referentes ao Sistema de atividades (foco no possível reforço das variáveis/níveis organizacionais), os níveis de análise, poder de agir e método.

Próximo encontro: a próxima reunião foi marcada para o dia 1° de Abril de 2011, às 13:00 hrs. Será discutido um texto a ser sugerido por Pedro, durante a semana.